terça-feira, 2 de junho de 2009


TEAM BUILDING BEAUTY

O Team Building Beauty parte do mesmo principio de qualquer Team Building. Fomentar o espírito de equipa, só que não fica por aí. Continua sempre em frente e passa por praias, jardins, florestas, mergulha nas profundezas do mar e dá atenção a todos os animais com que se cruza.

Um caminho que vai embelezando o meio ambiente, enquanto cria equipas mais coesas capazes de se dedicarem de corpo e alma à causa primordial da existência das suas próprias empresas. Este é um Team Building que desperta a paixão de quem nele participa. Sem paixão não se vai a lado nenhum.

Um desafio que apela à ordem e à disciplina, pede criatividade e uma boa gestão de meios. Não vive sem um rápido raciocínio e uma boa distribuição de tarefas. Corre contra o tempo, mas encontra tempo suficiente para transformar uma lixeira num espaço lúdico. A missão de cada evento é a de melhorar o ambiente de alguma zona, seja ela uma praia, uma praceta, uma mata.

Nem todas as tarefas serão agradáveis, mas todas elas serão extremamente recompensadoras: para o ambiente, os participantes e a empresa que proporcionou a acção.


terça-feira, 26 de maio de 2009

WASH AWAY YOUR SINS

Em qualquer viagem que se preze, os toalhetes devem estar sempre à mão, especialmente quando são tão eficazes que até nos limpam a alma. Bem sabemos que os pecadinhos tendem a acontecer quando estamos mais desprevenidos e as férias são a altura ideal para que estes nos manchem a alma. Um Dom Rodrigo ao fim tarde, horas sem fim de perguiça ao sol estendida, noites de amanhã-logo-penso-no-assunto... enfim, as tentações são muitas e como sempre irresistíveis.

Os toalhetes Wash Away Your Sins (www.washawayyoursins.com) são a solução ideal para estas pequenas nódoas que caem, sem mais nem menos, na nossa imaculada conduta. Há outra maneira de encontrar a paz de espiríto, mas prevenimos que não é tão fácil e também não se pode por na mala. Os resultados, no entanto são mais duradouros. Chama-se meditação. A Cenário abriu as suas portas a esta prática e passou a emprestar o seu espaço para que aí se realizem sessões todas as terças-feiras. Uma hora, ao final do dia, frente ao mar... Uma experiência irrecusável. Faz bem a qualquer pecador.

As técnicas de meditação OSHO foram criadas para ajudar o homem ocidental a parar a sua mente. São técnicas simples que envolvem movimentos corporais, sons e expressão emocional, que levam o nosso corpo e mente a um relaxamento, possibilitando a conexão com um silêncio meditativo. As Meditações Activas de Osho permitem-nos expressar de forma consciente e experienciar sentimentos e emoções reprimidas. Cada uma destas técnicas está relacionada com a necessidade de desenvolver as nossas qualidades. Algumas tocam o poder pessoal, outras a sensualidade, outras ainda aproximam-nos do nosso coração... Aguardamos a visita de todos os que venham por estes lados e não estejam prevenidos com os toalhetes Wash Away Your Sins.

terça-feira, 19 de maio de 2009

VIAJAR NA COMPANHIA DE NÓS PRÓPRIOS

Somos excelentes companheiros de viagem de nós próprios. Alinhamos facilmente em quase todos os planos engendrados pela nossa cabeça, por mais estranhos que eles possam parecer aos olhos dos outros. E isso é motivo mais do que suficiente para que cada vez sejam mais aqueles preferem viajar sózinhos. Não importa como, nem para onde. O que importa é partir, o resto do plano vai-se definindo à medida da vontade própria. Não há horários para nada. É a liberdade total.

E será que existe a liberdade total ou será este um conceito puramente ilusório? Muitos dos que partem sózinhos, cedo descobrem limites que desconheciam. Estas são também viagens de auto-conhecimento. Uma meditação em movimento. Descobrem-se medos, coragens, forças desconhecidas, novas vontades... Dismistificam-se certezas absolutas. Cada passo uma surpresa.

Mas, aqueles não se sentem completamente confortáveis na companhia de si próprios, também não têm de se preocupar, porque já são muitas as agências que arranjam companheiros de viagem. Companheiros e programas. Não têm o mesmo sabor da "vagabundagem", mas é mais seguro. E a segurança é essencial neste tipo de viagens, por isso descubram quais as precauções a ter quando decidirem partir na vossa própria companhia. Se nesse viajar sem destino, passarem pelo Barlavento Algarvio, batam à porta da Cenário. Temos todo o gosto em ajudar.

Se não passarem por aqui, consultem o blog http://www.vagabondish.com. Boa viagem!



terça-feira, 12 de maio de 2009

TEAM BUILDING HOPE

O conceito de Team Building não é uma novidade. Há anos que se vem construindo o espírito de várias equipas por esse país fora. Expõem-se defeitos e revelam-se capacidades que se escondiam na rotina diária do escritório. Tudo fica mais claro e claro que isso ajuda a que se trabalhe melhor em equipa. Eu sou eu e tu és tu, juntos podemos fazer mais e melhor.

Um processo muito emocional, que requer um Cenário fora do usual e uma série de actividades estimulantes de boas emoções. A emoção é uma forte componente do Team Building. Os participantes têm de estar despertos, motivados e com uma imensa vontade de alcançar o objectivo.

Na Cenário acreditamos no objectivo e criámos o Team Building Hope. O objectivo é a esperança. Aquela de angariar fundos para melhorar a vida de muitas pessoas. Uma empresa, várias equipas e muita criatividade. Há que saber liderar, comunicar, criar, gerir o tempo... tudo para conseguir ajudar uma pessoa, uma instituição, uma causa. Temos causas de sobra para ajudar, mas as empresas podem também nomear aqueles a quem querem levar a esperança. É impossível um Team Building tornar-se mais emocional.

Os resultados só podem ser os melhores: para a empresa, para os participantes e para todos aqueles que precisam de ajuda.

terça-feira, 5 de maio de 2009

UM LIVRO DE AVENTURAS
Quem não gosta de uma aventura? Uma aventura não é mais do que um estado de espírito. O sair da vida "normal" e ir ao encontro do inesperado. Algo tão banal como ir à pesca, pode ser para alguns uma grande aventura. Ficar alojado numa casa de pescadores é, para quem está habituado a alojar-se em hóteis de 5 estrelas, uma aventura tão marcante como atravessar o deserto, seja ele qual for. É o quebrar das regras, todas aquelas a que nos impomos diariamente e das quais estamos ansiosos por fugir a sete pés. Podiamos dizer-vos que a Cenário organiza grandes aventuras, mas nós não sabemos se o fazemos ou não. Todos os nossos programas e actividades podem ser uma aventura magnífica, mas isso depende inteiramente de cada cliente que nos contacta. A cada cliente, sua aventura (não é o nosso lema, mas podia muito bem ser). Para nós a vida, só por si, é uma aventura e por isso tudo é possível. Como fonte de inspiração, sugerimos Adventure Hotel Stories, da autoria de Francisca Mattéoli e editado pela Assouline (www.assouline.com). A autora foi buscar algumas das mais memoráveis aventuaras da história do cinema e deu-lhes vida, associando cada uma a um hotel pouco usual. Um guia para aventureiros, repleto de detalhes, anedotas e souvenirs. Um livro perfeito para viajar, em casa ou fora dela.

terça-feira, 28 de abril de 2009

THE DECISION
Esta é uma mensagem dedicada a todos os indecisos do mundo. Todos os dias somos assaltados por uma série de dúvidas existenciais e tomar uma decisão torna-se um risco crescente. Nem o tempo ajuda. Vou ou não vou? Gasto ou poupo? Botas ou sandálias? Baba de camelo ou laranja ao natural? Um fim-de-semana em casa a ver televisão ou alguns dias no Algarve a divertir-me que nem um louco? Uma aula surf ou uma visita às colmeias mascarado de apicultor? Dolce fare niente ou o não tão doce fare tudo? Arrrgghhhh... quantas encruzilhadas sem qualquer sinalização que indique o melhor caminho. Nestas ocasiões, tendemos a aconselhar a direcção Sul, o que é extramamente suspeito, mas a verdade é que quem anda à procura de um Norte, já há muito se perdeu e é por isso que achamos que se calhar o melhor é começar à procura de um Sul. Uma ideia peregrina, mas que pode resultar. É uma questão de tentar. Alternativamente, vai ao website da Knock Knock (www.knockknock.biz) e compra um The Decision Kit. É genial. Inclui listas "oh-tão-úteis" de Pros e Contras, intuições e próximos passos, um pin "I decided Today", algumas citações sobre tomada de decisões, entre outras ajudas imprescindíveis. O problema é que quando entrar no site Knock Knock, pode ficar um pouco indeciso... As propostas são todas muito tentadoras.

terça-feira, 21 de abril de 2009

P.S.
E o que escreveu Vera Lagoa (no seu caderninho de notas ou não) sobre o Burgau, quando lá esteve em 1967, foi o seguinte: "

Como não quero estragar a praia, não lhes digo onde é nem como se chega a Burgau. Difícil o caminho. E ainda bem. Mas não tanto, por favor.

Já se sabe que é no Algarve, e pronto. Caminho asfaltado mas, quando se chega a um cruzamento que diz “Praia do Burgau” – restaurante Âncora, começam – e nunca mais acabam a não ser no mar – os calhaus.

Pneus de carro, uma desgraça. Suspenção, outra. Poeirada, esgotos pelo meio daquilo a que se devia chamar ruas, etc. Muitas galinhas, muitas mulheres vestidas de negro, alguns cães.

Falei em Restaurante Âncora? Pois, é de um inglês. Eles descobrem tudo, eles comem tudo. Por mim, prefiro o Beira-mar. Antiga tasca, ainda não restaurante, televisão, pescadores bebendo a sua “rabrunheira”, comida excelente.

Caldeiradas, linguados fritos, carne optima (onde a conseguirão?) tudo traz a Julieta, uma rapariga que se levanta de madrugada para ir à cidade mais próxima (em Burgau o peixe é vendido para o estrangeiro) fazer compras. Vai e vem de camioneta, sempre sorridente, chega ao Beira-Mar ainda a tempo de que se faça o almoço. Quem o faz? Outra mulher de negro que a Marie Claire chama de “senhora Crisântemo” (nada a ver com a Butterfly). Chama-lhe assim porque ainda não lhe entendeu o nome. Eu também não. Fiquemos no Crisântemo.

Mesa limpa. Tudo abundante. Boa fruta. Sorrisos da Julieta, de Crisântemo e do Idalino. Aqui cheguei ao patrão. Idalino anda sempre de boné na cabeça, como patrão que se preza. Faz poucas vezes a barba porque aquilo é gente que tem muito que fazer e quase não se deita. Idalino é um homem modesto, mas atrai mais gente ao Burgau do que alumas centenas de cartazes turísticos.

Gente simples, bondosa. Não há perigo em se encontrar no Beira-Mar Alcácias ou Amadeus. Esses vão ao Âncora. A casa do Idalino vai gente despretenciosa. Aquela que tem uns dias de férias para passar a família. Todos têm muitas crianças. Não há uma discussão. Ninguém se embebeda a não ser de sol.

Esta gente, a do Idalino, seus amigos e alguns banhistas, fizeram um dia destes, uma coisa linda. Para mim, foi. Meu filho deixou cair o carro num buraco de onde seria difícil tirá-lo. Vieram todos. Todos ajudaram. Portugues. Um estrangeiro. Todos fizeram força. Eu estava ali a assistir, comovida. Ninguém nos conhecia. Mas estávamos em dificuldades. Que gente boa, aquela do Burgau!

Os fins de tarde. A água do mar parada. Restos de sol e, finalmente, um pouco de frescura. Ninguém pensa em vestidos. Uma blusa por cima do “maillot”e chega. Os homens vestidos de tronco nú. A solidariedade lindo do dia em que o carro caiu, mantém-se. Todos dizem “bom dia” e sorriem. As crianças vão sozinhas para a praia. Ninguém fecha o carro, porque não há exemplo de roubarem alguma coisa. A chave fica sempre na porta.

Não só facilidades no entanto. Burgau tinha, até há uns dias um encarregado do correio, o senhor Reis. Dava a casa, tinha lá uma cabina telefónica, registava encomendas, vendia selos, etc. Pois os C.T.T recusaram-se a pagar o ordenado da empregada que o senhor Reis lá tinha (ele trabalhava de graça). Burgau é quase desconhecido. Mas já tem banhistas. E muitos, muitos franceses e ingleses. Toda essa gente, em chegando o Verão, dá um trabalho enorme À casa do senhor Reis. E os C.T.T nada.

Então o senhor Reis decidiu-se aos grandes passos. Recusou-se (e muito bem) a enviar e receber encomendas, a receber ou mandar telegramas, etc, etc. Temos portanto, uma terra que daqui a muito pouco tempo será anunciada como um “paraíso no Algarve” sem telefone, sem correios, completamente isolada do mundo.

Não quererão os C.T.T reconsiderar e impedir que o senhor Reis feche a porta? Estive dois dias à espera de um telegrama e tive de o ir buscar à tal cidade mais próxima. Na era atómica.

Ah! É verdade! Não quererá a Câmara Municipal da tal “cidade mais próxima” fazer esgotos em Burgau? Não quererá, depois fazer-lhe ruas? A gente de Burgau merece. É gente que vive do mar e de alugar, no Verão, casas aos banhistas. E do sol, evidentemente. E mais nada."

Este texto foi retirado do Portal do Burgau (www.algarvento.com).